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Mais um contrato fechado: Multyamargo


Postado por Kelly › Falando sobre: Blog

Estou tão feliz porque este mês fechei mais um contrato de trabalho, desta vez para a região de Minas Gerais uai.

É para divulgar o Multyamargo, um produto natural à base de beringela, carqueja, camomila, hortelã e chá verde. É indicado para quem sofre de enxaqueca, má digestão, mau hálito, colesterol, diabetes e para quem também quer emagrecer.

O melhor de tudo que é natural! Só tomar Multyamargo todos os dias para ter qualidade de vida.

Como diz os mais antigos: remédio bom é remédio amargo, então, tome Multyamargo.

Aí eu dou valor!

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4 Respostas para "Mais um contrato fechado: Multyamargo"

  1. Joao Carlos disse:

    olha! gosto do seu jeito vejo vc no programa do ratinho e te acho uma Mulher esforçada…. mas quero te deixar uma palavra amiga…. “Jesus Veio a Terra Morreu por vc e por mim, ele te amou primeiro, ele te ama. E desde ja quero te fazer uma pergunta? qual o tempo q vc esta dando pra ele? ” olha ” viver sem Jesus Cristo, e viver perdendo tempo” pq ele disse em sua palavra, Ama A Deus Sobre todas as Coisas e ao teu Próximo como ama ati mesma…. como ja disse… amo o seu trabalho, vc faz outras pessoas sorrirem faz elas se sentirem bem…. e isso é bom… Mas dedica um pouquinho do seu tempo pra quele que merece toda honra e toda glória. Amém Deus Seja Louvado

  2. Cláudio disse:

    Estou muito feliz pelo seu sucesso Milene.
    Eu não encontrei uma opção para enviar mensagens então vou deixar meus textos religiosos aqui; receba-os de forma que sejam um presente pra você; um abraço.

    Uma reflexão religiosa.
    Uma nova nação, uma nova humanidade. (Raquel – Rainha de Deus.)
    Um estudo direcionado às sagradas mulheres.
    Autor: Cláudio Ribeiro Melo, residente: Travessa Santa Helena, bairro Campos nº 80, Parnaíba, Piauí, Brasil; CEP: 64.215-140.
    A poligamia ( união matrimonial de várias mulheres com um homem).
    Por qual motivo a poligamia que existiu nos tempos do Antigo Israel, nação mãe das maiores religiões do mundo, é proibida na atualidade pela maioria das nações que adotaram crenças originárias dos israelitas, inclusive na própria nação de Israel ?
    Por que a maioria esmagadora dos teólogos, ou quase nenhum, não consegue responder de forma satisfatória a esta pergunta ?

    No decorrer da história de Israel, à medida que Israel foi dominada por outros povos, por causa da desobediência do povo ao seu Deus, Adonay, os povos dominantes introduziram sua cultura monogâmica.
    Hoje em dia, a poligamia é considerada imprópria em nosso país, simplesmente por uma questão de não aceitação social das classes dominantes, embora, no Brasil, já existam muitas famílias, principalmente na região Nordeste, que desfrutam deste sistema matrimonial.
    Destaca-se que as uniões poligâmicas, existem dentro do equilíbrio psicológico, principalmente, das esposas que se submetem de forma sagrada, em um respeito fora do normal para seus maridos.
    Para que esses matrimônios existam em paz e serenidade, se torna necessário, exaustivamente, respeito entre as próprias mulheres diante de Deus.
    As classes sociais que se dizem contrárias à poligamia e permanecem nos costumes monogâmicos, geralmente, são marcadas por adultérios constantes onde, na maioria dos casos, os homens possuem dezenas de amantes e passam muitas de suas noites em prostíbulos ou programas sexuais com garotas aliciadas e exploradas sexualmente.
    As Histórias dos Reis Sagrados, que viveram em harmonia com Deus dentro de casamentos poligâmicos, permanecem registradas na Bíblia Sagrada.
    A missão principal de Jesus Cristo era a de ser executado como Cordeiro Santo e imaculado, para que todos que estavam condenados ao inferno pelos pecados da Lei dos Antigos Profetas conseguissem obter a salvação.
    Jesus Cristo não trata sobre poligamia em seus ensinamentos pois a nação estava desestruturada, semelhantemente aos tempos de máxima infidelidade israelita.
    Não havia espiritualidade, equilíbrio para que os judeus pudessem desfrutar dos privilégios matrimoniais que existiram no passado.
    Jesus Cristo trata sobre adultério, intensificando o sentido da expressão ao simples fato de desejar ou cobiçar uma mulher alheia.
    Nessa época a cultura monogâmica já possuía influência dominante em Israel.
    Os apóstolos provavelmente adotaram a monogamia em seus ensinamentos pela influência que já controlava permanentemente Israel desde os tempos em que o país havia se desestruturado pela desobediência ao seu Deus.
    A poligamia, então, passou a ser um costume que causava escândalo para a sociedade Cristã, mas não para a memória dos Juízes, Reis e Patriarcas do passado israelita.
    Se os costumes fossem mudados através de uma conscientização sagrada e coletiva, segundo os preceitos Bíblicos que os Reis e Juízes israelitas do passado possuíam, a poligamia deixaria de ser considerada escândalo para as sociedades Cristãs atuais, portanto, deixaria de ser considerada pecado perante os homens.
    O Rei Davi possuía muitas esposas; Salomão possuía mil mulheres entre esposas e concubinas; Gideão possuía muitas mulheres e teve setenta filhos.
    A poligamia não deveria ser considerada crime ou escândalo entre as sociedades Cristãs, pois, o cristianismo é uma crença prometida desde Adão, Abraão e Davi, inclusive, os ensinamentos de Jesus são originários dos textos do Antigo Testamento.
    Um bom motivo para os teólogos não se manifestarem é o medo de serem expulsos de suas igrejas conservadoras.
    Em nossa atualidade ocidental, esse assunto é considerado um tema, de certo modo, polêmico.
    Podemos perceber que com um bom conhecimento Bíblico, histórico, com maturidade, serenidade de espírito, respeito e santidade, a poligamia não é algo impossível de ser aceito pelas sociedades Cristãs atuais. Em muitos países Islâmicos, considerados por muitos estudiosos como os filhos de Ismael, filho de Abraão, patriarca israelita, a prática poligâmica é algo comum e aceita com naturalidade.
    As sociedades Cristãs negam a poligamia e se dizem praticantes de uma crença que prega a nobreza dos valores morais, quando, na verdade, estão afundadas em crimes, promiscuidades, adultérios e todos os tipos de pecados que Jesus Cristo proíbe.
    O casamento de várias mulheres com um homem, de volta aos tempos gloriosos da Lei antiga Judaica.
    A valorização da virgindade, a valorização da mulher.

    Vamos aprovar essa Lei.
    É só você desejar, é só você crer.
    Uma virgem vale um reino.
    Uma virgem não tem preço.

    Níveis de Consciência.
    Uniões conjugais.
    Autor: Cláudio Ribeiro Melo, residente: Travessa Santa Helena, bairro: Campos nº 80, CEP: 64.215-140, na cidade de Parnaíba, no estado do Piauí, Brasil.
    Os filhos de Adão tiveram um nível de consciência conjugal inicial onde seus matrimônios se davam entre os irmãos, irmão com irmã, de primeiro grau, pois, não existiam outras famílias na Terra.
    Com o tempo, pode-se deduzir, a santidade foi perdida, o respeito, os casais de primeiro nível de consciência passaram a se odiar, portanto, Deus proíbe as uniões iniciais que eram concedidas aos descendentes de Adão.
    Quanto mais os seres humanos se afastavam de Deus, mais seus privilégios eram perdidos.
    Adão viveu quase mil anos, Noé viveu mais de quinhentos anos; com o tempo os seres humanos tiveram sua longevidade limitada a cento e vinte anos por terem abandonado a Deus.
    Abraão, o pai dos judeus, alcançou um nível de santidade tão elevada que Deus decide se manifestar a ele.
    Por ser mais justo do que todos os humanos de sua época, por respeitar extremamente sua meia – irmã Sara, teve sua união conjugal abençoada por Deus.
    Abraão obteve o mesmo grau de consciência, santidade e respeito que os descendentes de Adão das primeiras gerações.
    Abraão também possuiu duas mulheres, Sara e Agar, e seus filhos foram abençoados.
    Após a morte de Sara, Abraão possuiu uma nova esposa além de Agar.
    O neto de Abraão, Jacó, que recebeu o nome de Israel por um anjo, possuiu quatro esposas sendo que duas eram suas primas de primeiro grau.
    Após a morte de José, os hebreus, outra denominação do povo judeu, se tornam escravos no Egito.
    Geralmente a nação perdia seus privilégios quando abandonava ao seu Deus, Adonay.
    Após a libertação, no deserto, o povo recebe uma Lei monogâmica para as uniões conjugais pois a nação estava mergulhada em pecados.
    Podemos perceber que a poligamia, a união matrimonial de várias mulheres com um homem, que no passado se dava pela benção dos pais, era um privilégio concedido por Deus para aqueles que o buscassem de toda a alma e coração.
    No deserto, quando Moisés sobe ao Monte Sinai, depois de passar quarenta dias e quarenta noites na presença de Adonay, ao retornar, Moisés encontra o povo nu, em orgias sexuais, e adorando a um bezerro de ouro; neste dia, grande parte dos judeus foram mortos por ordem de Moisés. Adonay desejava exterminar toda a nação e recomeçar a linhagem judaica com os descendentes de Moisés, porém o sumo sacerdote judeu suplica ao Senhor por misericórdia, Adonay perdoa ao povo, Moisés decide então exterminar apenas os que se negassem a se arrepender e seguir ao Senhor pois o perdão vem pelo arrependimento.
    A nação judaica recém – libertada, não conseguiria viver em harmonia com uma lei matrimonial poligâmica, pois não possuía equilíbrio espiritual e psicológico para receber tamanha benção.

    Nos tempos dos Juízes e Reis judeus, em algumas gerações, pelo menos, a nação se voltou para o Senhor como nunca antes.
    Eles alcançaram esse privilégio matrimonial pela santidade e respeito às suas esposas e ao Senhor.
    Percebe-se até mesmo uniões conjugais entre outros graus de parentesco não comuns para nossa época, como entre tios e sobrinhas. ( Encontramos esses exemplos pelas genealogias registradas.)
    Em uma análise bem simples de consciência primária, podemos dizer que Adão casou-se com a filha pois Eva foi feita da costela, do corpo carnal de Adão.
    Quando Amnon estupra sua meia – irmã Tamar, após o ato, Tamar em lágrimas e desespero, com suas roupas rasgadas, afirma com clareza que ele poderia ter pedido sua mão ao Rei Davi, pai de ambos, ou seja, percebe-se nesta época o mesmo nível de consciência que Abraão possuiu.
    Percebe-se que no decorrer da história da humanidade as questões conjugais sempre foram debatidas e nos reinos europeus cristãos do passado existiram exemplos de uniões conjugais entre parentes de graus de parentesco não permitidos na atualidade, simplesmente, por questões de leis humanas que podem ser feitas segundo apenas representações jurídicas perante o País.
    Futuramente Absalão, irmão de Tamar, ordena o homicídio de Amnon como vingança.
    Percebe-se que pela santidade extrema do povo, que significa a busca pelo Senhor com todas as forças da alma, o respeito extremo entre as famílias, o Senhor se revelava aos sacerdotes, Davi, por exemplo, era sacerdote e Rei, e revelava as promessas e privilégios espirituais e materiais, nesse caso, as promessas conjugais.
    Percebe-se que quando a nação buscou a Deus verdadeiramente, mesmo após a Lei que foi dada a Moisés ter sido estabelecida, o Senhor pela santidade das pessoas, renovava os níveis de consciência da Lei Espiritual que existiam no passado.
    Percebe-se que o que é observado pelo Senhor para as uniões conjugais e julgamento Espiritual, dentro de suas Leis Sagradas, é o respeito, a honra, a santidade da consciência.
    Quanto mais as pessoas se aproximavam de Deus, mais Deus se aproximava das pessoas.
    A nação abandona ao Senhor novamente e é destruída e escravizada na Babilônia.
    Quando Jesus vem ao mundo, e começa a divulgar seus ensinamentos, a nação e o mundo estavam totalmente perdidos em pecados.
    Nessa época os judeus eram dominados pelo Império Romano.
    A Bíblia diz que não havia um justo sobre a face da Terra, não havia um ser humano que pudesse se salvar.
    Jesus não poderia conceder os ensinamentos poligâmicos, não que fossem proibidos, pois os judeus e o mundo estavam perdidos e condenados como no deserto, nos tempos de Moisés.
    Os judeus não tinham a consciência, o respeito, a honra, a santidade dos antigos patriarcas israelitas para receberem essas promessas matrimoniais.
    Jesus se preocupa então em transmitir seus ensinamentos principais direcionando-se na Lei de Moisés mas com base no perdão pois Ele, Deus, morreria por toda a humanidade.
    Sabe-se que com o retorno de Jesus em sua presença máxima para reinar sobre a Terra através do estabelecimento do Reino Milenar, as Leis antigas, com seus níveis de consciência, serão estabelecidas novamente.
    A humanidade começa um período de mudança e adaptação, para que as Leis Antigas Bíblicas sejam restabelecidas.

    Arrebatamento.
    Autor: Cláudio Ribeiro Melo.
    Endereço: Travessa Santa Helena, bairro Campos nº 80, cidade de Parnaíba, Piauí, Brasil.

    Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem.
    Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro;
    depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.
    Tessalonicenses capítulo 4, versículos 15-17.
    Em Tessalonicenses está escrito que os que estão mortos ressuscitarão primeiro antes dos vivos serem arrebatados.

    Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram. Esta é a primeira ressurreição. ( A ressurreição para a existência no Reino Milenar, não há outra ressurreição antes desta, portanto o arrebatamento para a transformação dos corpos se dá com a chegada do Milênio.)

    Apocalipse 20:5

    1 Vi descer dos céus um anjo que trazia na mão a chave do Abismo e uma grande corrente.
    2 Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo, Satanás, e o acorrentou por mil anos;
    3 lançou-o no Abismo, fechou-o e pôs um selo sobre ele, para assim impedi-lo de enganar as nações, até que terminassem os mil anos. Depois disso, é necessário que ele seja solto por um pouco de tempo.
    4 Vi tronos em que se assentaram aqueles a quem havia sido dada autoridade para julgar. Vi as almas dos que foram decapitados por causa do testemunho de Jesus e da palavra de Deus. Eles não tinham adorado a besta nem a sua imagem, e não tinham recebido a sua marca na testa nem nas mãos. Eles ressuscitaram e reinaram com Cristo durante mil anos.

    Apocalipse capítulo 20, versículos 1-4.

    Em Apocalipse 20 os mortos ressuscitam apenas após a destruição da besta e chegada do reino Milenar, ao fim da tribulação, o arrebatamento será logo em seguida, após a chegada de Jesus sobre a Terra, ao final da tribulação, a transformação dos corpos mortais em corpos incorruptíveis, imortais.
    Deus criou Adão e Eva com um corpo imortal, incorruptível.
    Adão e Eva eram os imortais que povoariam a Terra em uma descendência que nunca conheceria a morte.
    Os que forem arrebatados terão os corpos transformados na semelhança do corpo de Adão e Eva, uma cadeia genética perfeita, eterna, com reprodução natural e possivelmente com raciocínio, capacidade mental, física e evolutiva superior, dons concedidos pelo Altíssimo, Adonai; estes são os que povoarão a Terra durante o período Milenar.
    Os que ressuscitarão dos mortos, os que já descansam, aqueles que serão mortos na tribulação, são os humanos que possuirão o corpo como o dos anjos, não se casam e não se dão em casamento, segundo as palavras de Jesus; estes teriam acesso aos reinos celestiais e terreno participando do reino de Jesus nos mil anos, enquanto aqueles permaneceriam na Terra celestial Milenar.
    Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos (se no corpo, não sei; se fora do corpo, não sei ; Deus o sabe), foi arrebatado até ao terceiro céu.
    E sei que o tal homem ( se no corpo, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao paraíso e ouviu palavras inefáveis, de que ao homem não é lícito falar.
    2 Coríntios capítulo 12, versículos 2-4.
    Deus possui poder infinito, o apóstolo descreve a existência do terceiro céu.
    Existe o terceiro, primeiro, segundo.
    Nosso mundo, ou melhor, nosso Universo visível estudado por astrônomos, cientistas, o espaço com suas estrelas, planetas, luas, asteroides, possui extensão infinita.
    Nosso Universo visível, material, limitado pela morte, desordem, caos, possui extensão ilimitada.
    Um raciocínio lógico, a certeza da plenitude, da perfeição, a certeza dos reinos celestiais serem sem fim.
    Deus revelará os reinos a quem desejar.

    Existe uma versão que menciona: …ao ressoar da última trombeta…
    51 Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados ( fiéis a Jesus);
    52 Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.
    Coríntios capítulo11, versículos 51-52.

    A última trombeta é referida após as duas testemunhas serem arrebatadas, ou seja, após os 42 meses finais da tribulação, no final da semana de anos, após a batalha com o Anticristo.
    Apocalipse capítulo 11, versículos 15-19 vemos menção do que será o arrebatamento, o ressoar da última trombeta, a sétima, Deus toma posse do poder sobre a Terra, o julgamento dos mortos, a recompensa dos fiéis, o tempo da ira para destruir os homens.
    A sétima trombeta
    15 O sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve fortes vozes nos céus, que diziam:
    “O reino do mundo
    se tornou de nosso Senhor
    e do seu Cristo,
    e ele reinará
    para todo o sempre”.
    16 Os vinte e quatro anciãos que estavam assentados em seus tronos diante de Deus prostraram-se sobre seus rostos e adoraram a Deus,
    17 dizendo:
    “Graças te damos,
    Senhor Deus todo-poderoso,
    que és e que eras,
    porque assumiste
    o teu grande poder
    e começaste a reinar.
    18 As nações se iraram;
    e chegou a tua ira.
    Chegou o tempo de julgares
    os mortos
    e de recompensares
    os teus servos, os profetas,
    os teus santos
    e os que temem o teu nome,
    tanto pequenos
    como grandes,
    e de destruir
    os que destroem a terra”.
    19 Então foi aberto o santuário de Deus nos céus, e ali foi vista a arca da sua aliança. Houve relâmpagos, vozes, trovões, um terremoto e um grande temporal de granizo. – Há uma menção que diz “saraiva”, pedras de fogo.
    Arrebatamento – Ao final da tribulação será o segundo arrebatamento, sobrenatural, transformação dos corpos para a existência no Reino Milenar.
    Há outra teoria ( a mulher e o dragão) que daria a ideia de que existem dois Arrebatamentos, um arrebatamento territorial, deslocamento dos cristãos de uma zona de perigo para uma de refúgio, primeiro arrebatamento, na metade da tribulação.

    A volta de Jesus.
    3 No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século.
    Mateus 24; vers. 3.

    15 Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda),- aqui se trata da metade da semana de anos, quando o contínuo sacrifício é retirado do Templo –
    16 então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes;
    17 quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa ( que fuja sem retirar coisa alguma de sua casa);
    18 e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa.
    19 Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias!
    20 Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado ( vemos aqui a fuga dos cristãos-judeus em meio à perseguição);
    21 porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais ( a grande tribulação; após a metade da semana de anos).
    Mateus 24; vers. 15-21.

    29 Logo em seguida à tribulação daqueles dias ( ao final da semana), o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados.
    30 Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória.
    31 E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.
    Mateus 24; vers. 29-31.

    27 E ele (Anticristo) firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação (os rituais da lei); e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.
    Daniel 9; vers. 27.

    31 E braços serão colocados sobre ele, que profanarão o santuário e a fortaleza, e tirarão o sacrifício contínuo, estabelecendo abominação desoladora.
    Daniel 11; vers. 31.

  3. Cláudio disse:

    Milene nós aqui em Parnaíba te amamos.
    Recebe o meu presente, este texto.

    Possível interpretação sobre o Milênio.
    Autor: Cláudio Ribeiro Melo, endereço: Travessa Santa Helena nº 80, bairro Campos, na cidade de Parnaíba, estado do Piauí, Brasil.
    “As palavras dos sábios são como aguilhões e como pregos bem fixados pelos mestres das congregações, que nos foram dadas pelo único Pastor.”
    Eclesiastes, capítulo 12, versículo 11.
    Segundo a Bíblia, sabe-se que haverá um período de paz sobre a Terra que terá a duração de mil anos onde Cristo reinará.
    Podemos encontrar tal referência Bíblica em Apocalipse, capítulo 20, versículos 1-6; logo em seguida é descrita uma rebelião mundial causada pela sedução maligna que Satanás irá impor sobre a Terra ao ser libertado de sua prisão. ( Apocalipse, capítulo 20, versículos 7-10.)
    Encontramos no livro de Isaías, capítulo 2, versículos 1-5, uma descrição do que poderia ser o governo Milenar, a descrição de um reino de paz aparentemente permanente, onde o Senhor seria o governante máximo; logo em seguida, nos versículos e capítulos posteriores, vemos citações onde se demonstra o abandono da nação ao Deus Altíssimo, por fim, uma guerra e restabelecimento da ordem divina sobre a Terra. – Isaías capítulos 2,3,4.
    Provavelmente o selo que irá prender Satanás por mil anos será o restabelecimento da Lei dos Antigos Profetas e Reis.
    “ E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que mais não engane as nações, até que os mil anos se acabem.” – Apocalipse capítulo 20, versículo 3.
    Logo após os mil anos, a guerra.
    “ E depois importa que seja solto por um pouco de tempo.” – Apocalipse capítulo 20, versículo 3.
    “ E, acabando-se os mil anos, Satanás será solto de sua prisão e sairá a enganar as nações…” , Apocalipse capítulo 20, versículo 7-8.
    A Lei antiga é mencionada como eterna, a guarda do Sábado é um exemplo.
    Encontramos no livro de Isaías, no período seguinte à guerra, que seria a guerra Milenar, uma passagem referente à união matrimonial poligâmica ( união matrimonial de várias mulheres com um homem): “E sete mulheres, naquele dia, se apossarão de um homem, dizendo: Nós comeremos do nosso pão e nos vestiremos das nossas roupas; apenas queremos que sejamos chamadas pelo teu nome; tira o nosso opróbrio.” Seria mais uma menção dos costumes antigos presentes entre o povo Hebreu , nesta passagem, restabelecidos no futuro, no Milênio.
    A poligamia, outra lei dos antigos reis e juízes, existirá no Milênio sendo que após a guerra seria mais valorizada, os homens seriam mortos na batalha ao fim deste período, haveriam muitas mulheres sem esposos ou pretendentes.
    O Senhor, Legislador supremo, estará entre os seres humanos, em presença visível, governando e julgando a humanidade.
    Não haverá dúvida entre os homens sobre os mandamentos da Lei, Deus estará sobre a Terra para reinar.
    A fé, a plena convicção dos fatos que não se veem, fortalece o poder de Deus entre as pessoas.
    A certeza que a humanidade possuirá sobre a existência de Deus e observância da Lei Antiga, as punições que no período da Aliança da Graça estavam sepultadas em Jesus, destruirá o poder de Satanás por quase mil anos.
    O mal existe independentemente da existência do diabo para que exista arbítrio, assim é entre os anjos, assim é entre as pessoas, porém, o mal que surge nos corações humanos fortalece o poder do diabo.
    Quando a humanidade começar a duvidar novamente e buscar outras crenças e explicações que não estejam direcionadas ao Deus de Jacó, buscando a ganância de forma desmedida, o diabo se fortalecerá no mundo espiritual, as pessoas estarão buscando ao mal novamente, o Senhor permitirá que Satanás seja solto para que os seres humanos novamente façam suas escolhas.- Isaías capítulo2, versículos 6-8.
    A ciência humana pode existir em harmonia junto a ciência divina, a humanidade, entretanto, abandona a Deus à medida que adquire sabedoria e poder material.
    Existem fenômenos no Universo que não possuem explicação lógica ou racional assim como existem fatos que, pela simples existência, levam o ser humano a sentir a existência de um ser superior ou criador, ou seja, muitos fenômenos científicos, o fato do espaço ser infinito, os fenômenos biológicos em suas cadeias de processos estabelecidas, a ordem da natureza, a presença de paz e espiritualidade que a natureza transmite às pessoas, etc.
    O seres humanos são como portais para a manifestação do bem e do mal, do Senhor e dos demônios no mundo material.
    As legiões malignas se fortalecem através da fé que é direcionada ao mal.
    Um feiticeiro por si mesmo tem seu poder limitado, mas quando o poder da crença de muitos é direcionada a ele, os espíritos se fortalecem e o poder é intensificado.
    Quando as pessoas novamente buscarem ao mal, Satanás será solto de sua prisão.
    Da mesma forma se manifesta o poder do Deus de Jacó, quanto mais seguidores maior a manifestação de seu poder; existe porém uma manifestação suprema pois o poder do Deus de Jacó é infinito, quando Ele almeja criar Ele cria, quando ele almeja executar, ele executa.
    É bom lembrar que a palavra de Deus em muitas ocasiões é condicional.
    Quando o Senhor se dirige aos Reis, por exemplo, Ele menciona que sua aliança é eterna, que os reis permaneceriam em glória eternamente, entretanto, essa glória existiria enquanto a fidelidade existisse.
    Saul é um exemplo, por sua infidelidade a nação foi destruída e Davi é tomado como Rei por Deus, Salomão ao abandonar ao Senhor fez com que o reino de Israel fosse dividido.
    Jeroboão , eleito pelo Senhor, deveria ter levantado um altar ao Senhor em Israel, pois ficou impedido de adorar ao Senhor em Judá; ao adorar bezerros de ouro foi destruído por Deus ao fim de seu propósito. Jeroboão levou as gerações futuras à desgraça.
    Os iníquos permanecem no poder para julgar e punir os infiéis ou purificar e provar os justos ao Senhor.
    A glória vem para os fidelíssimos, glória material e sobrenatural principalmente.
    A glória do Reino do Antigo Israel foi destruída e perdida pelos séculos.
    Possivelmente existiu arquitetura e tecnologia semelhante ou superior à dos Egípcios.
    Salomão possuiu mil esposas, um quarto de uma rainha seria imenso, área para banho, para passeio, para leitura, estudos religiosos e diversos, orações, cultos e cânticos com seus instrumentos musicais, vestuário, louças e instrumentos para as refeições, conclui -se que se calcularmos o tamanho do palácio do Rei, apenas a área pertencente às esposas seria mais ou menos do tamanho de uma cidade.
    22 mil quilos de ouro, na verdade, um pouco mais, 22 mil e 644 quilos aproximados , ou quase 23 mil quilos, 22.825,152 kg, mais de 22 toneladas de ouro, era o que era arrecadado pelo reino ao ano, 666 talentos de ouro.
    1talento = 34 quilos ou 34, 272 kg,
    34 x 666 = 22.644
    34,272 x 666 = 22.825,152 (Quase 23 mil quilos).
    Se uma grama (1g) do ouro for avaliada em 93 reais, um quilo (1kg) de ouro seria avaliado em 93.000 reais, 22 mil quilos valeria 2.046.000.000, ou seja, mais de 2 bilhões de reais; tal valor era arrecadado apenas em ouro, fora a prata, demais minérios, pedras preciosíssimas e o comércio excelentíssimo.
    O reino também arrecadava ouro e prata fora do reino: “…afora o que os negociantes e mercadores traziam; também todos os reis da Arábia e os príncipes da mesma terra traziam a Salomão ouro e prata.” 2 Crônicas capítulo 9, versículo 14.
    A prata nesse tempo era desvalorizada em meio a tantas riquezas, os cedros, árvores de grande valia eram exploradas magnificamente: “Também o rei fez que houvesse prata em Jerusalém como pedras e cedros em tanta abundância como as figueiras bravas que há pelas campinas.” 2 Crônicas capítulo 9, versículo 27.
    O rei também construiu trezentos escudos de ouro e os colocou em uma casa no bosque no Líbano; cada escudo possuía o peso de 300 siclos, um pouco mais de um quilo, desta forma, podemos avaliar cada escudo na quantia de 306 mil reais aproximados; o preço total dos escudos seria próximo de 91 milhões de reais, destes que são mencionados na Bíblia.
    Davi fez os preparativos para a construção do Templo arrecadando muito valor em material para a construção e ornamentos, ouro, prata, pedras preciosas de valores inestimáveis.
    “Eu, pois, com todas as minhas forças já tenho preparado para a casa do meu Deus ouro para as obras de ouro, e prata para as de prata, e cobre para as de cobre, e ferro para as de ferro, e madeira para as de madeira, e pedras sardônicas, e as de engaste, e pedras de ornato, e obra de embutido, e toda sorte de pedras preciosas, e pedras marmóreas em abundância.
    E ainda, de minha própria vontade para a casa do meu Deus, o ouro e prata particular que tenho “demais” eu dou para a Casa do meu Deus, afora tudo quanto tenho preparado para a casa do santuário…” .
    Davi também ofertou três mil talentos de ouro, 102 toneladas, 102.000 quilos de ouro, entre outras quantias.
    1 Crônicas, capítulo 29, versículos 2-3.
    Tal arquitetura e demais tecnologias e riquezas que existiram foram perdidas pois ao abandonar ao Senhor, o Senhor destrói aquilo que concedeu ; o apego demasiado às riquezas e às suas mulheres , que fizeram com que Salomão adorasse outros deuses, foi o que destruiu o nobre Rei.
    As armas, armaduras, os guerreiros, o reino, era inteiramente sobrenatural nos tempos de glória.
    Um reino superior em tecnologia e riquezas materiais e sobrenaturais é a certeza do Milênio, glória sagrada.
    A tecnologia será unida ao poder celestial, os instrumentos tecnológicos possuiriam caráter místico ou celeste ( suposições, no Antigo Reino Hebreu existia tecnologia ).
    O Urim e o Tumim era um método inteiramente místico, onde Deus se revelava aos que o buscavam.
    Os instrumentos musicais, um exemplo simples, são utilizados como elo junto ao reino celestial; guerras foram vencidas através de cânticos e louvores, em invocações reais ao Deus de Moisés, nos tempos Antigos.
    A Arca da Aliança.
    A Arca da Aliança era um utensílio místico e sagrado pelo qual Javé se manifestava a Moisés e aos futuros Juízes, Reis e Profetas. Aqueles que não fossem dignos seriam mortos ao usar a Arca para buscar ao Senhor.
    Quando a Arca da Aliança foi roubada pelos filisteus houve pragas em toda a região da Filístia.
    Após recuperar a Arca dos filisteus, Deus destruiu muitos do povo por terem olhado para o interior da Arca da Aliança.
    “ E feriu o Senhor os homens de Bete-Semes, porquanto olharam para dentro da arca do Senhor, até ferir do povo cinquenta mil e setenta homens; então, o povo se entristeceu, porquanto o Senhor fizera tão grande estrago entre o povo.”
    Havendo santificação segundo os preceitos da Lei, a utilização da Arca da Aliança destruiria qualquer opressor.
    Passou a existir a lenda de que quem possuísse a Arca da Aliança se tornaria invencível, na verdade o poder não é da Arca em si mas da aliança que Deus teve com os homens através da Lei dada aos profetas; se a Lei fosse cumprida, Javé se manifestaria, como muitas vezes se manifestou através da Arca da Aliança e destruiria aqueles que eram contra sua Lei, porém, a Arca possuiria um nível de poder superior, pois ela foi criada para que Deus se manifestasse através dela.
    A Arca era feita de madeira de cetim e banhada em ouro, os dois querubins elevavam suas asas um em frente ao outro, Eu Sou, se revelava a Moisés de entre asas, do espaço formado entre as asas dos querubins, voz e luz, na tenda da congregação, visões e arrebatamento espiritual.
    “Também farão uma arca de madeira de cetim; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura, de um côvado e meio, e de um côvado e meio, a sua altura.
    E cobri-la-ás de ouro puro ; por dentro e por fora a cobrirás; e farás sobre ela uma coroa de ouro ao redor; e fundirás para ela quatro argolas de ouro e as porás nos quatro cantos dela: duas argolas num lado dela e duas argolas no outro lado dela.
    E farás varas de madeira de cetim, e as cobrirás de ouro, e meterás as varas nas argolas, aos lados da arca, para se levar junto a elas a arca.
    As varas estarão nas argolas da arca, e não se tirarão dela.
    Depois, porás na arca o Testemunho, que eu te darei.”
    Êxodo capítulo 25, versículo 10-16.

    “Também farás um propiciatório de ouro puro; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura, de um côvado e meio.
    Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório.
    Farás um querubim na extremidade de uma parte e o outro querubim na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório fareis os querubins nas duas extremidades dele.
    Os querubins estenderão as suas asas por cima, cobrindo com as suas asas o propiciatório; as faces deles, uma defronte da outra; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório.
    E porás o propiciatório em cima da arca, depois que houveres posto na arca o Testemunho, que eu te darei.
    E ali virei a ti e falarei contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do Testemunho), tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel.”
    Êxodo capítulo 25, versículo 17-22.

    Na Alemanha nazista havia a preocupação em se estudar a ciência junto ao poder oculto da mente, da alma e dos espíritos malignos, ou, dos deuses arianos; os nazistas também procuraram a Arca da Aliança durante a Segunda Guerra mundial pelos desertos da África e oriente; desejavam a invencibilidade lendária para dominar e escravizar o mundo; ela não poderia ser usada por eles ainda que a encontrassem pois eles não serviam ao Deus dos judeus.

    A humanidade, no reino milenar, será divinizada, sendo que sujeita à Lei e suas sentenças; as pessoas que permanecerem vivas em seus corpos mortais após a grande tribulação ( o período de máxima perseguição aos cristãos, guerras e atuação sobrenatural que a humanidade já possuiu desde os antigos profetas) possuirão os corpos semelhantes ao de Adão que viveu quase mil anos.
    A Terra, a natureza, será restaurada por Deus ; no período apocalíptico haverá devastação qual nunca houve em todo o mundo; para que exista humanidade se torna necessário a restauração de toda a natureza. É impossível sobreviver em um ambiente onde não há condições de existência.
    Provavelmente os idosos que chegarem ao Milênio após a tribulação terão seus corpos rejuvenescidos pelo poder de Jesus.
    Há uma profecia que se refere ao rejuvenescimento das pessoas no reino Milenar.
    E vós vereis e alegrar-se-á o vosso coração, e os vossos ossos reverdecerão ( rejuvenescerão) como a erva tenra; então a mão do Senhor será notória aos seus servos, e ele se indignará contra os seus inimigos. Isaías 66; versículo 14.
    Um dos fatos que pode levar a humanidade a abandonar ao Senhor , com o passar do tempo, será a própria presença humana de Jesus entre os homens; embora esteja em sua forma divina, pelo fato de estar perante a humanidade em forma material aparentemente compreensível, os seres humanos, com o passar do tempo, passarão a vê-lo como limitado, é uma teoria, duvidando dessa forma de sua divindade e poderes supremos.
    Jesus possui poder infinito, em sua manifestação, dois mil anos atrás, aproximados, teve seu poder limitado ao seu propósito.
    No Reino Milenar, Jesus, possuirá a onisciência, onipotência e onipresença através do Espírito Santo que está, fundamentando a matéria, e que possui toda a criação, porém, seu corpo humano material, ainda que glorificado ou divinizado trará, para os traidores, a ideia de imperfeição ou limitação.
    Um dos motivos que levou os anjos a traírem Javé foi, com certeza, o fato de acharem que Ele era um ser limitado, por estarem vendo uma manifestação compreensível.
    Javé é infinito em poder, porém, para se manifestar à sua criação celestial, se torna necessário uma manifestação compreensível, pois em sua manifestação máxima não podemos compreendê-lo.
    Como algo que não tem início e fim pode existir? Como um ser imortal pode existir? O que garante sua existência, qual a fonte de seu poder? Não é possível compreender um ser que possui poder infinito, ou será que é possível?
    Sabemos que Deus existe, “O Senhor é”, por isso a denominação Eu Sou, dada a Moisés quando este pergunta pelo nome de seu Senhor: Eu Sou Aquilo Que Sou, Eu Sou, eu existo pelos séculos, eu posso.
    Em Isaías, capítulo 11, também é descrito um período de paz duradoura que seria outra referência ao período Milenar; no versículo 8 é referida a existência de seres humanos mortais: “E a criança de peito brincará sobre a toca da áspide, e o bebê já desmamado meterá a mão na cova do basilisco.”
    Se existem crianças no Milênio, significa que existem famílias humanas mortais.
    Provavelmente a imortalidade da população mundial Cristã será concedida pela manifestação e presença máxima de Deus sobre a Terra para governar os seres humanos.
    O período Milenar vem logo após os 7 anos da tribulação, pois, em Apocalipse, capítulo 20, versículo 4 é descrito a ressurreição dos que foram executados pelo Anticristo no período do governo 666: “…e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos; provavelmente o Milênio tem início neste momento do tempo, com a chegada de Jesus sobre a Terra e ressurreição dos que foram mortos pela besta.
    Os que ressuscitarão no Milênio não podem participar da segunda morte, o lago de fogo, um tipo de segundo inferno, final e definitivo.
    Para quem seria então a segunda morte?
    Para os que vão chegar ao Milênio sem receber a marca da besta e trair a Lei de Moisés no futuro, e, para os que já estão condenados ao “primeiro inferno.”
    Os que vão sobreviver à tribulação sem se render ao Anticristo irão alcançar a imortalidade com a presença máxima de Deus na Terra, porém, ao que parece, a imortalidade para estes irá depender da total fidelidade à Lei de Moisés.
    Os que não cumprirem a Lei, passando a pecar, perderão a imortalidade.
    Isaías, capítulo 65, versículo 20: “ Não haverá mais nela criança de poucos dias, nem velho que não cumpra os seus dias; porque aquele que morrer jovem, morrerá com cem anos ( provavelmente devido aos pecados que são sentenças de morte pela Lei); mas o pecador de cem anos será amaldiçoado.”
    Se os 144 mil de Israel vão sobreviver sem a marca da besta é lógico que pelo mundo afora muitos irão sobreviver também sem a marca.
    Aqueles que vão trair ao Senhor Jesus ( Adonay) e, por consequência, vão ser destruídos após o Milênio, são os humanos imortais que vão depender do cumprimento da Lei para serem imortais.
    Por não haver mais a graça de Jesus, mas, por existir o peso da Lei que permanece eternamente, eles serão destruídos sem misericórdia.
    Pode-se dizer também que muitos humanos imortais vão passar pelo Milênio sem trair ao Senhor, pois, em Apocalipse, capítulo 22, versículo 2, onde é mencionada a Árvore da Vida, está escrito: “ … e as folhas da árvore são para a saúde das nações.”
    Se é para saúde é porque existirão doenças.
    Para quem?
    Para os imortais que dependem da Lei para permanecerem no estado de imortalidade, os que vão vir do Milênio sem trair ao Senhor, e que podem adquirir doenças por causa dos pecados que não são condenáveis à morte, ou seja, para os que ainda podem enfrentar a segunda morte.
    Jerusalém Celestial, a Nova Jerusalém, após o julgamento final, virá do céu para a Terra.
    A Nova Jerusalém será uma cidade com função de tabernáculo, templo, igreja.
    Ao que parece, segundo os textos bíblicos, nossa Terra, onde residirá nossa existência, ainda será neste planeta, nesse mundo material , porém renovada de forma sobrenatural pelo poder de Jesus.
    Jerusalém será o Templo do mundo e do Universo; o seres celestiais estariam adorando a Javé e a Jesus em Jerusalém.
    As nações que virão do Milênio fiéis ao Senhor e viverão sobre a Nova Terra sobrenatural, servirão ao Deus de Israel visitando Jerusalém constantemente. ( Apocalipse, capítulo 21, versículo 24: E as nações andarão à sua luz, e os reis da Terra trarão para ela a sua glória e honra.
    Uma referência no Antigo Testamento que poderia ser a de Apocalipse, capítulo 21, versículo 24 ( parágrafo acima) é Zacarias, capítulo 14, versículo 14: E Judá pelejará em Jerusalém, e se ajuntarão em redor as riquezas de todas as nações, ouro e prata e vestes em abundância; após a batalha do Milênio que seria um cerco e uma guerra em Israel com a finalização da interferência de Deus, as nações seriam aconselhadas a reverenciar a Jesus e ao Pai em Jerusalém com suas riquezas.
    Guerra Milenar.
    “E, acabando-se os mil anos, Satanás será solto de sua prisão e sairá a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da Terra, Gogue e Magogue, cujo número é como a areia do mar, para as ajuntar em batalha.” Apocalipse, capítulo 20, versículos 7- 8. Seria o início da guerra contra Jerusalém descrita em Isaías, capítulo 3, versículo 25: “Teus guerreiros cairão à espada e teus valentes, na peleja.” Deus até aqui não irá interferir com livramento, pois os traidores da Lei serão punidos. Muitos trairão a Lei sem participar da guerra contra Jesus, por isso, o Senhor estaria permitindo a execução de seu povo. Ao fim da batalha, Deus intervirá com seu poder celestial: “…mas desceu fogo do céu e os devorou.” – Apocalipse, capítulo 20, versículo 9.
    A referência de Apocalipse capítulo 20, versículo 9: “…mas desceu fogo do céu e os devorou…”, poderia ser a descrição feita em Zacarias capítulo 14, versículo 12: “E esta será a praga com que o Senhor ferirá todos os povos que guerrearem contra Jerusalém: a sua carne será consumida, estando eles de pé, e lhes apodrecerão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na sua boca.”
    Aqueles que sobreviverem seriam considerados santos porque foram julgados dignos de permanecerem vivos: “E será que aquele que ficar em Sião e que permanecer em Jerusalém será chamado santo: todo aquele que estiver inscrito entre os vivos em Jerusalém.”- Isaías, capítulo 4, versículo 3.
    Podemos dizer que haverá a união do nosso mundo material com o espiritual.
    Podemos supor também que existirão portais de acesso ao mundo espiritual.
    Com certeza, com a manifestação máxima do Senhor, muitos dos seres celestiais, anjos e demais existentes, pois a criação é infinita, se manifestarão com o Senhor para auxiliar o reinado.
    Os imortais perfeitos, os que não participarão mais da segunda morte, estarão em condição suprema perante os demais imortais ( aqueles que virão do Milênio e que necessitarão das folhas da árvore da vida para sua existência.)
    A expressão de Apocalipse, capítulo 21, versículo 4: “e não haverá mais morte” , seria condicional, direcionada aos que não participarão mais da segunda morte e aos que se mantiverem fiéis à Lei de Adonay.

    Algumas referências sobre a Lei de Moisés no fim dos tempos ( Milênio e Pós-Milênio, tendo como sequência o Grande Julgamento e a chegada da Jerusalém celestial sobre a Terra, e, simultaneamente, a renovação sobrenatural de toda a criação).
    Isaías capítulo 66, versículos 22-24.
    Isaías capítulos 2,3,4.
    Zacarias capítulo 14, versículos 16-19. ( A Festa das Cabanas).

    Porque, como os novos céus, e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante da minha face, diz o Senhor, assim também há de estar a vossa posteridade e o vosso nome.
    E será que desde uma Festa da Lua Nova até à outra, e desde um sábado até ao outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor.
    E sairão, e verão os cadáveres dos homens que prevaricaram contra mim; porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e serão um horror a toda a carne.

    Isaías 66:22-24

    Isaías 2
    1 ¶ Palavra que viu Isaías, filho de Amós, a respeito de Judá e de Jerusalém.
    2 E acontecerá nos últimos dias que se firmará o monte da casa do Senhor no cume dos montes, e se elevará por cima dos outeiros; e concorrerão a ele todas as nações.
    3 E irão muitos povos, e dirão: Vinde, subamos ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos nas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do Senhor.
    4 E ele julgará entre as nações, e repreenderá a muitos povos; e estes converterão as suas espadas em enxadões e as suas lanças em foices; uma nação não levantará espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerrear.
    5 Vinde, ó casa de Jacó, e andemos na luz do Senhor.
    6 ¶ Mas tu desamparaste o teu povo, a casa de Jacó, porque se encheram dos costumes do oriente e são agoureiros como os filisteus; e associam-se com os filhos dos estrangeiros,
    7 E a sua terra está cheia de prata e ouro, e não têm fim os seus tesouros; também a sua terra está cheia de cavalos, e os seus carros não têm fim.
    8 Também a sua terra está cheia de ídolos; inclinam-se perante a obra das suas mãos, diante daquilo que fabricaram os seus dedos.
    9 E o povo se abate, e os nobres se humilham; portanto não lhes perdoarás.
    10 ¶ Entra nas rochas, e esconde-te no pó, do terror do Senhor e da glória da sua majestade.
    11 Os olhos altivos dos homens serão abatidos, e a sua altivez será humilhada; e só o Senhor será exaltado naquele dia.
    12 Porque o dia do Senhor dos Exércitos será contra todo o soberbo e altivo, e contra todo o que se exalta, para que seja abatido;
    13 E contra todos os cedros do Líbano, altos e sublimes; e contra todos os carvalhos de Basã;
    14 E contra todos os montes altos, e contra todos os outeiros elevados;
    15 E contra toda a torre alta, e contra todo o muro fortificado;
    16 E contra todos os navios de Társis, e contra todas as pinturas desejáveis.
    17 E a arrogância do homem será humilhada, e a sua altivez se abaterá, e só o Senhor será exaltado naquele dia.
    18 E todos os ídolos desaparecerão totalmente.
    19 Então os homens entrarão nas cavernas das rochas, e nas covas da terra, do terror do Senhor, e da glória da sua majestade, quando ele se levantar para assombrar a terra.
    20 Naquele dia o homem lançará às toupeiras e aos morcegos os seus ídolos de prata, e os seus ídolos de ouro, que fizeram para diante deles se prostrarem.
    21 E entrarão nas fendas das rochas, e nas cavernas das penhas, por causa do terror do Senhor, e da glória da sua majestade, quando ele se levantar para abalar terrivelmente a terra.
    22 Deixai-vos do homem cujo fôlego está nas suas narinas; pois em que se deve ele estimar?
    Isaías 3
    1 ¶ Porque, eis que o Senhor, o SENHOR dos Exércitos, tirará de Jerusalém e de Judá o sustento e o apoio; a todo o sustento de pão e a todo o sustento de água;
    2 O poderoso, e o homem de guerra, o juiz, e o profeta, e o adivinho, e o ancião,
    3 O capitão de cinqüenta, e o homem respeitável, e o conselheiro, e o sábio entre os artífices, e o eloqüente orador.
    4 E dar-lhes-ei meninos por príncipes, e crianças governarão sobre eles.
    5 E o povo será oprimido; um será contra o outro, e cada um contra o seu próximo; o menino se atreverá contra o ancião, e o vil contra o nobre.
    6 Quando alguém pegar de seu irmão na casa de seu pai, dizendo: Tu tens roupa, sê nosso governador, e toma sob a tua mão esta ruína;
    7 Naquele dia levantará este a sua voz, dizendo: Não posso ser médico, nem tampouco há em minha casa pão, ou roupa alguma; não me haveis de constituir governador sobre o povo.
    8 Porque Jerusalém está arruinada, e Judá caída; porque a sua língua e as suas obras são contra o Senhor, para provocarem os olhos da sua glória.
    9 ¶ O aspecto do seu rosto testifica contra eles; e publicam os seus pecados, como Sodoma; não os dissimulam. Ai da sua alma! Porque fazem mal a si mesmos.
    10 Dizei ao justo que bem lhe irá; porque comerão do fruto das suas obras.
    11 Ai do ímpio! Mal lhe irá; porque se lhe fará o que as suas mãos fizeram.
    12 Os opressores do meu povo são crianças, e mulheres dominam sobre ele; ah, povo meu! Os que te guiam te enganam, e destroem o caminho das tuas veredas.
    13 O Senhor se levanta para pleitear, e põe-se de pé para julgar os povos.
    14 O Senhor entrará em juízo contra os anciãos do seu povo, e contra os seus príncipes; é que fostes vós que consumistes esta vinha; o espólio do pobre está em vossas casas.
    15 Que tendes vós, que esmagais o meu povo e moeis as faces dos pobres? Diz o Senhor DEUS dos Exércitos.
    16 ¶ Diz ainda mais o Senhor: Porquanto as filhas de Sião se exaltam, e andam com o pescoço erguido, lançando olhares impudentes; e quando andam, caminham afetadamente, fazendo um tilintar com os seus pés;
    17 Portanto o Senhor fará tinhoso o alto da cabeça das filhas de Sião, e o Senhor porá a descoberto a sua nudez,
    18 Naquele dia tirará o Senhor os ornamentos dos pés, e as toucas, e adornos em forma de lua,
    19 Os pendentes, e os braceletes, as estolas,
    20 Os gorros, e os ornamentos das pernas, e os cintos e as caixinhas de perfumes, e os brincos,
    21 Os anéis, e as jóias do nariz,
    22 Os vestidos de festa, e os mantos, e os xales, e as bolsas.
    23 Os espelhos, e o linho finíssimo, e os turbantes, e os véus.
    24 E será que em lugar de perfume haverá mau cheiro; e por cinto uma corda; e em lugar de encrespadura de cabelos, calvície; e em lugar de veste luxuosa, pano de saco; e queimadura em lugar de formosura.
    25 Teus homens cairão à espada e teus poderosos na peleja.
    26 E as suas portas gemerão e prantearão; e ela, desolada, se assentará no chão.
    Isaías 4
    1 ¶ E sete mulheres naquele dia lançarão mão de um homem, dizendo: Nós comeremos do nosso pão, e nos vestiremos do que é nosso; tão-somente queremos ser chamadas pelo teu nome; tira o nosso opróbrio.
    2 ¶ Naquele dia o renovo do Senhor será cheio de beleza e de glória; e o fruto da terra excelente e formoso para os que escaparem de Israel.
    3 E será que aquele que for deixado em Sião, e ficar em Jerusalém, será chamado santo; todo aquele que estiver inscrito entre os viventes em Jerusalém;
    4 Quando o Senhor lavar a imundícia das filhas de Sião, e limpar o sangue de Jerusalém, do meio dela, com o espírito de justiça, e com o espírito de ardor.
    5 E criará o Senhor sobre todo o lugar do monte de Sião, e sobre as suas assembleias, uma nuvem de dia e uma fumaça, e um resplendor de fogo flamejante de noite; porque sobre toda a glória haverá proteção.
    6 E haverá um tabernáculo para sombra contra o calor do dia; e para refúgio e esconderijo contra a tempestade e a chuva.

    Zacarias capítulo 14, versículos 16-19. ( A Festa das Cabanas).

    16 Então, os sobreviventes de todas as nações que atacaram Jerusalém subirão ano após ano para adorar o rei, o Senhor dos Exércitos, para celebrar a festa das cabanas.
    17 Se algum dentre os povos da terra não subir a Jerusalém para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, não virá para ele a chuva.
    18 Se os egípcios não subirem para participar, o Senhor mandará sobre eles a praga com a qual afligirá as nações que se recusarem a subir para cele¬brar a festa das cabanas.
    19 Sim, essa será a punição do Egito e de todas as nações que não subirem para celebrar a festa das cabanas.

    Observação.
    O capítulo 13, versículos 7 ao 9, e o capítulo 14 do livro de Zacarias, podem se referir ao retorno de Jesus Cristo e sua batalha contra o Anticristo.
    Encontramos, por meio desta interpretação, os versículos onde se demonstra o retorno da Lei antiga no estabelecimento do Reino Milenar.

  4. Cláudio disse:

    Milene, boa noite. Que Deus te abençoe muito.
    Eu vou deixar um artigo pra você ler e conversar com as suas amigas.
    Este artigo também é pro ratinho ler. Eu assisti um programa em que o ratinho tentou ajudar um irmão e uma irmã de sangue que eram apaixonados.
    Este artigo pode ajudar aquele irmão que era apaixonado pela irmã de sangue.
    Converse com todas as pessoas amigas do SBT sobre este artigo.
    Que Deus te abençoe. Estou orando por todos do SBT.

    Artigo bíblico.
    A Ordem de Melquisedeque permite o casamento entre parentes próximos.
    Autor: Cláudio Ribeiro Melo.

    O rei Davi profetizou que o messias será o sumo sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque.
    Jurou o Senhor e não se arrependerá: Tu és um sacerdote eterno, segundo a ordem de Melquisedeque.
    Salmo 110, versículo 4.
    Jesus Cristo é o sumo sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque.
    Melquisedeque é o sacerdote de Abraão. Abraão possuiu três esposas: Sara, Agar e Quetura.
    Uma das esposas de Abraão era sua irmã de sangue. Sara foi a primeira esposa de Abraão. Sara é meia-irmã de Abraão.
    Disse Abraão: É que na verdade ela é também minha irmã, filha de meu pai, mas não filha de minha mãe e veio a ser minha mulher.
    Gênesis, capítulo 20, versículo 12.
    Melquisedeque abençoou Abraão e sua família.
    E Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; sendo que este era sacerdote do Deus Altíssimo.
    E abençoou-o dizendo: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra;
    E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.
    Gênesis, capítulo 14, versículos 18, 19 e 20.
    A vontade de Deus no início da criação era que cada homem se casasse com uma parente próxima.
    Os filhos de Adão da primeira geração humana se casaram com suas irmãs de sangue, com suas sobrinhas, ou com outras parentes próximas.
    Quando Abraão decidiu casar seu filho, ele enviou seu servo para buscar uma mulher da mesma família que a dele Abraão. Isaque, filho de Abraão, se casou com Rebeca. Rebeca é prima de Isaque.
    Jacó, neto de Abraão possuiu quatro esposas: Léia, Raquel, Zilpa e Bila. Léia e Raquel são primas de Jacó.
    É importante lembrar que o casamento de primo com prima nunca foi pecado. No deserto, nos tempos de Moisés, Deus permitiu o casamento de primo com prima. As filhas de Zelofeade, que viveram na época de Moisés, se casaram cada uma com um de seus primos. Foi o próprio Deus que ordenou que as filhas de Zelofeade se casassem cada uma com um de seus primos.
    Números, capítulo 36, versículos 6 ao 13.
    Joquebede, mãe de Moisés, se casou com seu sobrinho. Anrão é sobrinho da Joquebede.
    E Anrão, tomou por mulher a Joquebede, sua tia e ela deu-lhe Arão e Moisés: e os anos da vida de Anrão foram cento e trinta e sete anos.
    Êxodo, capítulo 6, versículo 20.
    É importante lembrar que adultério e prostituição são pecados. Adultério e prostituição foram pecados. Adultério e prostituição sempre serão pecados.
    Adultério e prostituição são pecados graves.
    Deus proibiu, no passado, o casamento entre parentes próximos, provavelmente porque o povo começou a se desrespeitar, a adulterar e a se prostituir.
    A geração que recebeu a lei do Sinai possuía sérios problemas espirituais. Esta geração que viveu no deserto, nos tempos de Moisés, se envolveu com prostituição sexual.
    A geração de Abraão, que acreditava no Deus de Israel, e que viveu antes da lei do Sinai, era uma geração santa.
    As profecias da Bíblia afirmam que os antigos costumes e muitas das antigas leis judaicas retornarão.
    Deus irá permitir o casamento de parentes próximos em seu reino porque a ordem de Melquisedeque permite o casamento de parentes próximos.